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6 de abril de 2010

Pra que mudar?




Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz ... 




da sessão das preferidas.

15 de julho de 2009

Albúm Cinema



a Cachorro Grande lançou seu novo albúm, em algumas máterias Beto Bruno, Marcelo Gross, Gabriel Azambuja, Rodolfo Krieger e Pedro Pelotas dizem que "Cinema" traz um som inspirado nos anos 60 e 70. "Estamos numa fase space rock. Sempre ouvimos esse tipo de som, mas nunca nos permitimos colocar na nossa música", fala Gross
O sexto albúm da banda gaúcha é visto como um álbum ousado, alguns acreditam que a banda tem capacidade para coisas melhores. Algumas faixas de cara são vistas como novo single, em umas pode se notar ecos do Beatles mais psicodélico, outras lembram Oasis em seus últimos albuns. E se tratando das letras das músicas, elas aparecem mais maduras nele.
Beto ainda comenta: "Fazemos um rock inglês cantado em português em um país que ama samba e bossa nova. Acho que estamos nos saindo muito bem."

Músicas do novo albúm:
1. O Tempo Parou/Sabor a Mi
2. Dance agora
3. Amanhã
4. Por Onde Vou
5. A Alegria Voltou
6. A Hora do Brasil
7.
Diga o que Você Quer Escutar
8. Ela disse
9. Ninguém mais Lembra de Você
10. Luz
11. Eileen
12. Pessoas Vazias

13 de julho de 2009

6 décadas de Rock

o estilo musical comemora hoje o seu dia mundial, essa data vem sendo comemorada desde 13 de julho de 1985 quando ocorreu o Live Aid - festival pelo fim da fome na Etiópia. Festival esse que aconteceu simultaneamente na Filadélfia (EUA) e em Londres (Inglaterra) e apresentou grandes nomes do rock, como Black Sabbath (com Ozzy), Status Quo, INXS, Loudness, Mick Jagger, David Bowie, Dire Straits, Queen, Judas Priest, Bob Dylan, Duran Duran, Santana, The Who e Phil Collins entre muitos outros.
O rock surgiu em fins de 1950, com o resultado da fusão entre a música negra e a européia, o blues, que com mais pegada das guitarras elétricas e com mais dança surgiu o rhythm and blues. Assim então pode-se dizer que foram as origens corpóreas do Rock. Mas para consolidação da primeira forma do rock'n'roll esse ritmo, rhuthm and blues, se fundiu com a música branca, o country and westem.
Mas só em 1954, Bill Haley and his Comets, com a música (We´re Gonna) Rock around the clock, levou os jovens a ingressarem nesse novo ritmo – que no início era apenas um modismo - a partir da expressão contida no título da música, ou seja, dançando sem parar (around the clock). Esta música, que lançou Bill Haley para o sucesso mundial, também fez parte do filme Blackboard Jungle (Sementes de Violência).
A denominação desse novo ritmo veio de um disc-jockey norte-americano, Alan Freed, que se inspirou em um velho blues.
Ritmo esse que sofreu grandes ramificações, e que passou a ser definido como um estilo de vida, uma forma de comportamento e vive até hoje, vive porque grandes bandas o cultivam, mesmo depois de passar por várias gerações.
O Rock revolucionou o mundo e influênciou em muitas coisas, o que será difícil de ser esquecido, e se depender dos seus milhares de seguidores não será nunca!

11 de julho de 2009

sessão The Beats





postando aqui só algumas foto
s do show no dia 09/07/09 - Teatro do Colégio Mauá - SCS as outras fotos estão no http://www.flickr.com/photos/kohlita/ e alguns vídeos, os links estão no meu twitter.

10 de julho de 2009

The Beats


Algumas pessoas nunca ouviram falar, mas só de escutar falar do The Beats logo se faz uma ligação com os Beatles, se mesmo assim não fizerem uma ligação entre os dois basta apenas ver uma foto do grupo. Pra quem é da geração Beatles, ou quem nunca pode vê-los tocar ao vivo, apenas por gravações, basta ir a um show do The Beats, para os mais velhos é como reviver uma época maravilhosa, para os mais novos é a chance de ver o que só nossos pais e avós conseguiram viver, é ter um gostinho do que não tivemos a oportunidade de provar. Alguns podem dizer que eles se dão bem as custas dos outros, o mesmo estilo, as mesmas músicas, mas eu diria que eles fazem isso de coração, fazem por eles, por uma geração que já viveu e outras que ainda estão por vir porque os Beatles e a sua história, os quatros gênios da música: Paul McCartney, George Harrison, Ringo Starr e John Lennon, irão atravesar gerações, nacionalidades, religiões e idiomas.

Assim como diz a descrição da comunidade deles :

“Seria simples dizer que, de olhos fechados, você imagina ouvir ao vivo os rapazes de Liverpool... O incrível é que quando você abre os olhos, para sua surpresa, a magia não se desfez: você pode vê-los, tamanha é a originalidade das artes cênicas e musicais desta talentosa banda argentina”.

13 de abril de 2009

Coldplay x Joe Satriani

Mais um possível caso de plágio na música, dessa vez são os meninos da banda Britânica Coldplay os acusados. O plágio seria da música Viva la vida com a música If I could fly, lançada em 2004, do nova-iorquino Joe Satriani. A novela vem se desenrolando desde o final do ano passado, quando Satriani apresentou um processo pela semelhança das músicas. O Codplay negou a acusação em corte Federal respondendo que se existem semelhanças elas são apenas casuais, e que isso foi tão surpreendente pra eles quanto para Joe (será?). Na segunda-feira, dia 06 de Abril, em Los Angeles, em uma resposta protocolada os advogados do Coldplay que nenhuma similaridade entre as músicas é suficiente para garantir danos. E ainda disseram que a música If I coudl fly sofre de falta de originalidade e que a peça não deveria ter proteção de direito autoral.
Pelo jeito vamos ter mais uns cápitulos dessa novela.


vídeo das músicas 

19 de fevereiro de 2009

Planeta Atlântida 2009






Primeiro ano, muito bom, é difícil achar um evento assim, que abranja tão variados tipos de gostos musicais, ainda mais aqui no RS, mas a Atlântida nos proporciona isso uma vez ao ano, sempre no mês de Fevereiro para o RS e Janeiro para SC.
Andando por lá se vê de tudo: pagodeiros, rockeiros, patricinhas, gente feia, gente bonita, coisas engraçadas, outras nem tanto, gente bêbada, gente sã, pessoas tristes, outras alegres, etc. Um infinito de variedades, e é numa dessas que você se encaixa, pode ser um dia em uma no outro em outra.
E é por essa tão grande variedade de estilos e mundos, que se ouve tanta discussão quando se trata das atrações presentes, ou futuras de lá, atrações que são muito bem escolhidas. Algumas pessoas apenas ouvem falar no palco principal e já tiram uma conclusão de como será, mas é muito maior que isso, existem os palcos alternativos, esses para mim são o melhor da festa.
Alguns perdem a cabeça e o respeito com os outras pessoas por serem PRECONCEITUOSAS com outros estilos, e esse preconceito se dá, como o nome já diz, o pré conceito(falta de informação e conhecimento sobre aquilo que se está falando).
Bom, para você que pretende ir, já foi, uma dica: vá, não importando seu estilo, procure atrações que goste, ou veja uma que ouve falar bastante, ou procure olhar uma que não goste, veja de longe, não atrapalhe quem gosta daquilo que está no palco, pois não iria gostar de que ao assistir um show(para você o mais esperado) apareça uma pessoa desagradável ao seu lado e comece a gritar palavrões, ou algo do gênero. Faça sua festa, com seus amigos, ou sozinho, pois como o slogan diz: o planeta feito pra você!

20 de janeiro de 2009

fã?



Todo fã é um idiota
Por Regis Tadeu, colunista do Yahoo! Brasil

Sim, é isso mesmo o que você acabou de ler aí no título deste artigo.
Antes de tudo, é preciso deixar claro: fã é todo aquele ser que chora por seu ídolo, que coleciona pastas e pastas com fotos de seu objeto de desejo, que tem seu quarto forrado de pôsteres do alvo de seu fanatismo (palavra que, não à toa, originou o termo "fan" ou "fã", dando uma 'abrasileirada'), que chora na porta de camarim, que passa dias e dias na fila, esperando o momento de entrar no local onde acontecerá o show de seu "amor não correspondido". Ou seja, é o retrato nu e cru, despido de qualquer racionalidade, de um idiota.
Se você é daquelas pessoas que adora o seu ídolo de uma maneira eqüilibrada, que aprecia o seu trabalho quando o cara manda bem, mas reconhece as pisadas na bola e os vacilos, então você não é um fã, mas sim um admirador. Você simplesmente gosta da banda ou de quem quer que seja. Você não o ama, não chora por ele, não grita, não se desespera quando um pedido de autógrafo é recusado, não pensa em cortar os pulsos quando recebe a notícia que seu "amor" vai se casar com uma outra pessoa que não é você. Você não é um fã. Você não é um imbecil.
E a verdade precisa ser dita, mesmo que ela seja muito dolorida para quem está lendo este artigo neste exato momento: o artista também acha que o seu fã é um idiota.
Ele sabe que esse amor desmedido é uma bobagem, um transtorno hormonal muito comum em adolescentes - embora sejam freqüentes os casos de pessoas mais velhas se portanto como bobalhões (em caso de dúvida, vá até a porta de um hotel de luxo que esteja hospedando um artista internacional e veja com seus próprios olhos).
O artista quer que você compre o disco dele e vá aos shows, que demonstre explicitamente a sua devoção comprando a camiseta da turnê, a edição especial do CD que está sendo "trabalhado" na turnê, o chaveirinho, o imã de geladeira. Todo artista no fundo, pensa "me ame, me idolatre, compre todas as bugigangas que eu soltar no mercado, mas fique longe de mim". Lamento, mas esta é a pura verdade.
O pior é que a maioria dos artistas lança discos com canções pensadas em agradar a essa massa bovina de seguidores, que salivam por qualquer coisa que seu ídolo faça. Mas há exceções.
Existem bandas, cantores e instrumentistas que, genuinamente, se engajam na tarefa de soltar discos que realmente trazem um panorama fiel do que pensam em termos de música. Os exemplos são muitos: no setor internacional, Frank Zappa, Miles Davis, Jimi Hendrix, Robert Fripp e Radiohead, entre muitos outros; aqui no Brasil, Caetano Veloso e Marisa Monte representam bem a autonomia artística que muita gente persegue, mas poucos conseguem alcançar. Você pode não gostar das canções que eles criam, mas tem que reconhecer a independência musical de cada um deles.
Surpreendentemente, o exemplo mais recente desse tipo de busca por uma personalidade musical distanciada da idolatria babaca veio de onde menos se esperava.
Confesso que sempre achei o Fall Out Boy uma banda simplesmente execrável. Suas músicas são fraquíssimas, os arranjos são absolutamente previsíveis e seus integrantes não têm o menor carisma - a condição de "sex simbol" do baixista Pete Wentz é algo que só pode ser explicado como uma epidemia coletiva de estupidez e cegueira entre adolescentes. Por isso, qual foi a minha surpresa ao ouvir o mais recente disco do quarteto, Folie à Deux.
Não, a banda não gravou um novo Pet Sounds, mas é nítido que os caras tinham em mente deixar para trás o rastro da baba elástica e bovina adolescente (obrigado, Nelson Rodrigues!) que sempre inundou seus discos anteriores. A maioria das canções traz arranjos enxutos e certeiros, com boas idéias melódicas e harmônicas tanto nos vocais quanto na instrumentação - como em "Headfirst Slkide Into Cooperstown on a Bad Bet", "20 Dollar Nose Bleed" e "Coffee's for Closers".
Claro que os caras ainda mandam porcarias - "She's My Wynona" e "27" são de matar de tão ruins em sua descartabilidade sônica -, mas há vários momentos que chegam a ostentar uma certa suntuosidade, misturada a riffs de guitarra bastante pesados e até mesmo a algumas minúsculas pitadas de rhythm n' blues e soul. Os caras chegaram até a tomar alguns acordes emprestados de "Baba O'Reilly", The Who, para fazer "Disloyal Order of Water Buffaloes" - vamos combinar que isso é um avanço para quem sempre usou o Less Than Jake como referência neste quesito -, enquanto que o vocalista Patrick Stump não esconde seu fascínio por Elvis Costello, seja na hora de cantar, seja na hora de convidá-lo para dividirem o microfone na linda "What a Catch, Donnie".
Quem realmente gostar de música, vai descobrir que, aos poucos, grupos como My Chemical Romance, Panic at the Disco e o próprio Fall Out Boy começam a levantar vôo para longe da gritaria histérica e da choradeira patética de seus fãs. Torço para estes grupos consigam o seu objetivo e que seus seguidores acompanhem tal desenvolvimento. Poucas coisas são piores que adultos trabalhando, pensando e agindo como crianças de quinze anos de idade.

Bom, vi comentários desse artigo em um tópico de uma comunidade, achei interessante, e analisando os vários comentários dos membros, alguns concordaram, outros acharam absurdo. Tudo bem, no artigo Regis generaliza algumas coisas, como : " Todo artista no fundo, pensa "me ame, me idolatre, compre todas as bugigangas que eu soltar no mercado, mas fique longe de mim". Lamento, mas esta é a pura verdade." Mas concordo com a maioria das suas colocações, sem esquecer que ele foge um pouco do assunto no final, mas enfim, a coluna é dele não é mesmo?, algumas pessoas passam dos limites, artistas são sim alvos do público, o que torna a maior parte da sua vida pública, mas agredir, falar mal da nova namorada do ídolo, por exemplo, tirar a pouca privacidade que resta a ele é um pouco exagerado.
Alguns artistas não estão nem aí pra seu público, mas acima de tudo eles tem que sempre manterem claro para eles mesmo que se não fosse as fãs, as vezes enlouquecidas, nada seriam, pois quem ouvira falar deles? quem pediria as músicas nas rádios? quem baixarias as músicas na internet? votaria quando participassem de prêmios? comprariam cds, camisetas, e tudo mais ?
Por isso, sempre que gosto de uma banda, falo bem sim, tento mostrar que aquilo que ouço é o melhor, e que tem boa qualidade, admiro o trabalho, fico feliz por prêmios, mas sei sim 'dar o braço a torcer' quando necessário, como quando percebo que fizeram algo de errado ou mesmo quando o novo cd não é tão bom assim como o último. Apreciar e cultivar o sentimento que se tem por esse tipo de coisas é essencial, mas sempre cuidar para que esse sentimento seja saudável!

4 de dezembro de 2008

A felicidade se encontra nas coisas mais simples da Terra

música não conhecida, idicada por uma grande amiga.

Rafinha - Fim De Ano
Estou vendo filme
Cada estrada que eu passei
Cada historia que eu vivi
Os futuros que eu sonhei
Cada dia, cada mês
Cada estação que eu dividi com vocês
Abri meu coração
Se um dia alguém falou
Que o que foi não volta mais
A vida continua a escolha é sua
Sou feliz de olhar pra trás
Como não lembrar de vocês
Como não chorar outra vez
Só de lembrar
Poder te abraçar
Se a estrada se abrir
E eu tiver que seguir
Vou levar comigo cada amor de amigo
Como não querer de novo
Posso até ser bobo com vocês
Viveria tudo outra vez
Portas se abriram
Tive dias de frio
História fugindo
Corações se unido
Cada choro
Cada riso
Cada emoção que eu dividi com vocês
Abri meu coração
Se um dia alguém falou
Que o que foi não volta mais
A vida continua a escolha é sua
Sou feliz de olhar pra trás
Como não lembrar de vocês
Como não chorar outra vez
Só de lembrar
Poder te abraçar
E os laços que eu plantei
Que formaram raízes no meu chão
Vou colher por toda vida amigos do meu coração
E se o mundo te esquecer
Quando o dia amanhecer
Quero estar aqui também
Vamos juntos pro ano que vem

3 de dezembro de 2008

Aonde quer chegar? [2]


Como sempre postando aqui uma música, então quando tiveres alguma dica de música deixe para mim através dos comentários.
Hoje vou deixar uma música que baixei ontem, mas já conhecia a algum tempo, através da rádio (é a preguiça mesmo que não tinha me deixado baixar o cd ainda ^^). Moptop uma banda que com certeza veio pra ajudar a salvar o rock brasileiro de boa qualidade.

Moptop - Aonde quer chegar
Já são quase 5 da manhã
Por que ainda insiste?
Faz muito tempo
Que não tenho o que dizer

Ando aqui pensando em nós dois
Será que temos tempo?
Te fiz promessas
Que não posso apagar

Logo você
Que dizia saber
Não sabe
Aonde quer chegar

Olha o que fez
Perdeu-se outra vez
Não sabe
Aonde quer chegar
Aonde quer chegar

Já são quase 7 da manhã
Por que não se decide?
Joguei minhas fichas
Há muito tempo atrás

Já são quase 9 da manhã...



P.s.: Estava vendo na TV o comercial da nova minisérie, se não me engano, Capitu (sobre o livro Dom Casmurro), e através do meu cunhado descobri que ela é vocalista de uma banda, a Manacá, até então nunca tinha ouvido falar, baixei o cd, que por sinal é bom, e também que seu estilo é muito parecido com o da Pitty.

26 de novembro de 2008

Deixa eu brincar de ser feliz'




Los Hermanos - Todo Carnaval Tem Seu Fim

Todo dia um ninguém josé acorda já deitado
Todo dia, ainda de pé, o zé dorme acordado
Todo dia o dia não quer raiar o sol do dia
Toda trilha é andada com fé de quem crê no ditado
De que o dia insiste em nascer
Mas o dia insiste em nascer pra ver deitar o novo

Toda rosa é rosa porque assim ela é chamada
Toda bossa é nova e você não liga se é usada
Todo o carnaval tem seu fim
Todo o carnaval tem seu fim
e é o fim
e é o fim

Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz !
Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz
Toda banda tem um tarol, quem sabe eu não toco?
Todo samba tem um refrão pra levantar o bloco
Toda escolha é feita por quem acorda já deitado
Toda folha elege um alguém que mora logo ao lado
E pinta o estandarte de azul
E põe suas estrelas no azul

Pra que mudar?
Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz !
Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz !

Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz !
Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz !
Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar.

18 de novembro de 2008

Se a gente já não sabe mais rir um do outro meu bem então o que resta é chorar ♪



(Santa Maria com as amigas)

Preto e Branco - Vera Loca
Vai Ver Um Filme Na TV
Pra Entender Como é a Vida
Fantasia Todo Dia é Uma Cena de Cinema
E o Problema é Que Já Não Interessa O Poema
Foi em Preto & Branco Que Eu Vi à Primeira Vez O Amor
Não Era de Verdade e Ainda Sim Eu Acreditei
Foi Bem Diferente Quando Eu Senti
Nem Sempre O Final Vai Ser Feliz Como O Filme Diz
Realidade é Melhor Assim Não Dá Pra Ficar Bem No Fim
Perder Ganhar, Cair e Levantar
Amar é Bem Melhor Que Ver O Amor Passar!