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12 de janeiro de 2012

das férias quase frustradas

Um dia depois do Natal rumei o litoral Catarinense para passar sete dias no aconchego da casa dos meus pais, em Arroio do Silva.

Como sou uma pessoa muito sortuda, durante esses sete dias, em apenas três tivemos a ilustre presença do Sr. Sol. 
Tudo bem, quem disse que eu queria sol na praia né? (rs)

Mas, nem tudo estava perdido, a combinação praia e chuva só podia dar em: Jogo de cartas ( e valendo dinheiro).



Os passeios com a família também salvaram as férias.

Com a prima no Parque Aquático do Caverá ( Araranguá - SC )

Descendo a tirolesa do parque



26 de julho de 2010

Pai

 o dia dele está chegando, e como ontem foi seu aniversário, resolvi postar algo que já havia escrito dia 22/05/10, em um dia parecido com esse.


..depois de ver algumas fotos que tenho salvas no computador, me deparei com uma em especial. Talvez seja a imagem que sempre vou guardar do meu pai, que é uma pessoa super divertida, que leva a vida sempre com um sorrisso. Ele que talvez hoje não faz o que gostaria, mas mesmo assim faz tudo com amor. A vida mostrou caminhos diferentes pra ele, antigamente era tudo mais difícil, fazer uma faculdade, viajar, coisas com as quais ele sempre sonhou, mas as coisas foram tomando rumos diferentes. Hoje ele vê em mim, aplica em mim, tudo que ele sempre quis e eu me orgulho disso. A vida é corrida, difícil as vezes, mas quando temos um tempo estamos sentados tomando um chimarrão, chimarrão esse que talvez seja símbolo de união entre muitos pais e filhos.. 
Escrevo isso agora escutando o barulho da máquina de cortar grama, e sentindo o cheiro dela cortada entrando pela janela do meu quarto.. e lá está ele, fazendo o que gosta, cuidando da casa, da terra e assoviando, o que é normal vindo dele. Escrevo esses paragráfos sem grandes motivos(não que ele e o amor que eu sinta não sejam grandes), digo sem grandes motivos, como acontecimentos. 
Muitas vezes deixamos de dizer o que sentimos e nos damos conta disso depois que perdemos aquilo que nos transmitia tanto afeto e sentimentos bons. Sei que um dia ele vai partir... Mas espero que demore MUITO mesmo, sei também que quando isso acontecer ele vai estar aqui comigo, sempre, como sempre esteve, daquele jeito dele, que é tão igual ao meu. 


19 de abril de 2010

melhor do que fazer o que se gosta...

... é gostar do que se faz.
E isso a gente vai aprendendo com o tempo, vendo que só vale a pena sacrifícios por aquilo que se gosta e que possa te proporcionar momentos únicos.
É assim que me sinto em relação à dançar, ao tradicionalismo e acima de tudo as amizades que nascem disso tudo, verdadeiras e sinceras!
Sentimento esse que devo aos meus pais, por sempre me incentivarem e por terem me criado em um Centro de Tradições Gaúchas, CTG esse que agora tenho o prazer de poder representar do jeito que mais gosto!





      Gaúcho
Ruben Sofildo da Silva

Gaúcho é filho do pago
Que ama e zela esta terra
Fronteira, missões e serra,
Campanha e litoral,
Recantos do mesmo ideal,
Onde se vê o céu azul,
Os rios, a mata, a flechilha,
Mas tudo é chão farroupilha
Tudo é Rio Grande do Sul.

Gaúcho não é ser grosso
Ter botas, esporas e mango
Usar lenço chimango,
Atado frouxo ao pescoço,
E andar fazendo alvoroço,
Comprando qualquer parada,
Gaúcho é ser idealista,
Peleiar só por conquista
Em defesa da terra amada.

Gaúcho é nome e herança,
Que os bravos heróis nos legaram,
Que muito mal empregaram
Não compreendendo por certo
Gaúcho é altivo, esperto,
Espontƒneo, inteligente,
Respeitador bom amigo,
Mas quando encontra o perigo,
Costuma chegar de frente.

Quem foi Bento Gonçalves?
Quem foi David Canabarro?
Não foram estátuas de barro,
Nem pobres leigos sem eira
Quem foi Pinto Bandeira?
Eu nesses versos lhe digo,
Com altivez e estoicismo,
Foram a nata do gauchismo,
Do nosso Rio Grande amigo.


23 de março de 2010

rapidinhas

Falando em Sobrenome, passado, essas coisas...
Não tem como não lembrar da família, uma família incomum, se assim posso descrevê-la. Em especial de uma pessoa, minha tia Loiva.
Porque tô falando dela?
É que no último almoço de família ela comentou que iriam fazer uma matéria com ela, o João Cléber Caramez(acadêmico de Jornalismo da Unisc), para o jornal Unicom, que é produzido pela turma da disciplina de Produção em Mídia Impressa. blogdounicom.blogspot.com

Por quê a matéria? 
Porque minha tia preserva um hábito incomum, para os dias de hoje, à oito anos ela escreve em seu diário, todos os dias!
Tô curiosa pra ver a matéria no jornal. E pra quem quiser ler um pouco mais tem um post no blog: http://blogdounicom.blogspot.com/2010/03/escrever-em-diarios-e-habito-antigo.html

E quando o jornal sair, farei um post aqui mostrando ele!