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12 de março de 2009

Marley e eu







Há poucos minutos terminei de ler Marley e eu(que eu resolvi ler antes de olhar o filme, após ir ao cinema e ter acabado os ingressos para o filme, e penso que assim foi bem melhor),e eu como várias pessoas que são apaixonadas por cachorros ao lerem se emocionam, e lembram de tudo que já passaram com seus bichos de estimação.

As coisas que nos ensinam, os momentos em que viram nossos professores e os outros em que nós viramos professores deles. Esses animais tão frágeis e tão espertos que nos mostram que coisas simples, como um carinho, um colo podem significar tanto em alguns momentos. Eles que estão lá nas horas alegres, principalmente nas horas em que estamos comendo, para ver se lhes sobram alguma migalha das comidas maravilhosas de seus donos,mas eles também continuam firmes e fortes conosco nas horas tristes, na maioria das vezes sem entender o por que da tristeza, mas mesmo assim sentem nossas dores. E nós? fazemos o mesmo, estamos com eles na horas boas e nas ruins, quando temos que levá-los para passear, dar banho, e também quando estão doentes e temos a difícil missão de 'tentar' fazer com que entrem em um consultório veterinário.

Esses com tão poucos anos de vida, e que ao longo da nossa, acabamos tendo vários, mas cada um deles, deixa um pedacinho de si conosco, nos ensinando aos poucos a sermos melhores, e acabam se tornando inesquecíveis em nossas vidas.

24 de novembro de 2008

Ela me faz tão bem, eu também quero fazer isso por ela!


Resolvi postar essas fotos, antigas, uma da minha cachorrinha, a Pink, e a outra que tirei aqui perto de casa, não sei de quem são os gatinhos fofinhos, mas estavam sempre no mesmo lugar, aí resolvi tirar um foto.
Mas o que eu quero falar hoje é sobre bichos de estimação, cães, gatos, dos mais comuns aos mais exóticos.
Eles que nos alegram, nos divertem, nos pedem carinho, atenção, cuidados e dedicação diária. Todo cuidado, ainda mais quando são menores, indefesos, as vezes é pouco quando ainda são bebes, depois eles acabam se acostumando ao convívio, as pessoas, e então vem a recompensa, sabem ser muito gratos, nos enchem de amor, carinho e não pedem nada em troca, são inocentes, e as vezes tratamo-os mal. Acabamos nos arrependendo, e eles? Nos perdoam com a facilidade de uma criança, aí sim, percebemos o quão são importantes. E os dias em que chegamos em casa e eles não vêm nos receber na porta, com seu rabinho balançando compulsivamente, estranhamos, e logo pensamos ' onde anda essa figura? Será que fugiu?'.
Todo esse cuidado, é retribuído a cada dia, e com certeza esses animazinhos possuem muito mais afeto para com os próximos do que muita, digo muita gente mesmo.